E eu,
Vou correndo sem parar
Vou buscando na distância
A alegria de viver.
Cada vez eu corro mais
Com uma ânsia no coração,
De encontrar em cada curva
Mais amor e mais beleza.
Cada vez que eu tropeço
Eu me levanto bem depressa
Para não perder de vista
Aquilo que eu tanto quero.
Não!
Eu não posso mais parar
Preciso ir bem depressa,
Para abraçar com ardor
O meu mundo tão querido.
A vida é maravilhosa!
Só não posso é parar.
São tantas as alegrias
Que tenho certeza um dia,
A tristeza vai ficar
Separada do meu mundo.
ELZA MORAES
terça-feira, 8 de novembro de 2011
SENHOR
O meu cansaço,
A minha solidão,
A minha tristeza
Eu não Vos ofereço.
Ofereço-Vos somente:
A minha alegria,
O meu amor,
O meu mundo encantado.
Sim.
Muitas vezes,
Sinto um grande encanto
Pela vida, pelo mundo,
E por tudo que me cerca.
E eu Vos ofereço, Senhor,
O meu mundo encantado,
Meus sonhos felizes,
Minhas alegrias sem fim.
Ofereço-Vos tudo
Que há de bom em mim.
ELZA MORAES GUSMAN SILVA
A minha solidão,
A minha tristeza
Eu não Vos ofereço.
Ofereço-Vos somente:
A minha alegria,
O meu amor,
O meu mundo encantado.
Sim.
Muitas vezes,
Sinto um grande encanto
Pela vida, pelo mundo,
E por tudo que me cerca.
E eu Vos ofereço, Senhor,
O meu mundo encantado,
Meus sonhos felizes,
Minhas alegrias sem fim.
Ofereço-Vos tudo
Que há de bom em mim.
ELZA MORAES GUSMAN SILVA
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
É SIMPLESMENTE A REALIDADE
Hoje,
A dor da saudade
Faz doer meu coração.
Mudo meus hábitos,
A inquietação me domina
Por inteira.
Entretanto,
Aquela dor doída
Estraçalha meu peito
Em mil pedaços.
Por alguns instantes,
Tenho a doce ilisão
De que tudo é irreal.
Porém, a realidade alí está,
Negra, tenebrosa,
Tornando minha alma
Escura que nem breu
Como uma noite tempestuosa.
E as lágrimas rolam em meu rosto,
Passivamente, silenciosamente,
Como se estivesse em dúvida
Se é mesmo real aquela dor
Ou se é simplesmente um sonho
Ou um pesadelo.
Entretanto,
O tempo passa,
Ouço barulho ao meu redor,
Toco meu corpo, dou gritos,
Sinto a dor
E ouço o som dos meus gritos.
E o dia passa lentamente,
Vem a noite e o sono não chega,
Meus pensamentos se confundem
E eu penso estar ficando louca,
Cheia de alucinações.
Passa mais uma noite
E vem mais um dia,
E tudo continua igual.
E mais uma vez tento me iludir
Na esperança de ser tudo um sonho,
Porém, não é.
É simplesmente a realidade.
CADÊ VOCÊ JOSÉ
Meu irmão, sei que voçê se encontra num belo lugar cheio de paz e felicidade. Que Deus encha a sua alma de bençãos como voçê sempre encheu minha vida de felicidade por teres sido um irmão maravilhoso. Jamais, em tempo algum te esquecerei. Voçê era uma parte de mim que foi embora, porque os laços que existem entre irmãos que se amam são muito fortes e nada, nem a morte consegue separar. Sua irmã Elzinha.
domingo, 23 de outubro de 2011
DIA MUITO ESPECIAL
Hoje,dia 21 de outubro,
Um dia como outro qualquer,
Entretanto, para mim,
Muito especial,
Porque teria completado
Trinta e tres anos de casada.
Entretanto, nada lamento
Porque toda tristeza, toda dor sentida
Foi lavada com minhas lágrimas,
E hoje sorrio tranquila,
Sim, em paz porque me dei por inteira,
Minha vida e meu amor incondicional.
Meu único erro foi esquecer-me e me anular.
Hoje, revendo tudo que vivi,
Cheguei a conclusão de que para amar
É preciso também amar-se, cuidar-se
Não simplesmente pensar no outro.
Entretanto tudo foi válido
Apesar dos meus erros.
Parabéns para mim,
E parabéns para voçê Newton,
Que me fez muito feliz.
Obrigada e até um dia.
Elza
Um dia como outro qualquer,
Entretanto, para mim,
Muito especial,
Porque teria completado
Trinta e tres anos de casada.
Entretanto, nada lamento
Porque toda tristeza, toda dor sentida
Foi lavada com minhas lágrimas,
E hoje sorrio tranquila,
Sim, em paz porque me dei por inteira,
Minha vida e meu amor incondicional.
Meu único erro foi esquecer-me e me anular.
Hoje, revendo tudo que vivi,
Cheguei a conclusão de que para amar
É preciso também amar-se, cuidar-se
Não simplesmente pensar no outro.
Entretanto tudo foi válido
Apesar dos meus erros.
Parabéns para mim,
E parabéns para voçê Newton,
Que me fez muito feliz.
Obrigada e até um dia.
Elza
sábado, 15 de outubro de 2011
TU CHORAS
Tu choras!
No silêncio da noite,
Tu choras,
Pensas, meditas,
E chegas à conclusão,
De que o mundo,
É um palco sem luz.
Tu choras!
Choras por toda miséria humana.
Choras pelos assassinos,
Pelos ladrões.
Tu choras quando amas,
Tu choras quando odeias.
Choras quando te fazem um carinho,
Ou quando te jogam uma pedra.
És humano!
Existem em ti sentimentos profundos,
Que te fazem sofrer,
Que te fazem sorrir.
Por isto no silêncio da noite,
Quando o mundo inteiro dorme,
Tu simplesmente desabafas
Tua alegria
Ou tua tristeza.
E tu choras.
No silêncio da noite,
Tu choras,
Pensas, meditas,
E chegas à conclusão,
De que o mundo,
É um palco sem luz.
Tu choras!
Choras por toda miséria humana.
Choras pelos assassinos,
Pelos ladrões.
Tu choras quando amas,
Tu choras quando odeias.
Choras quando te fazem um carinho,
Ou quando te jogam uma pedra.
És humano!
Existem em ti sentimentos profundos,
Que te fazem sofrer,
Que te fazem sorrir.
Por isto no silêncio da noite,
Quando o mundo inteiro dorme,
Tu simplesmente desabafas
Tua alegria
Ou tua tristeza.
E tu choras.
LUAR DA MINHA TERRA
Luar da minha terra sem igual,
Que clareou muitas e muitas vezes
O lindo quintal da minha casa
Naquelas noites escuras e tenebrosas.
Muitas vezes da janela do meu quarto,
Eu olhava pra voçê oh lua!
E sabia bem no fundo do coração
Que jamais encontraria outra igual.
Hoje sinto imensa saudade,
Daquelas lindas noites enluaradas,
A brincar no quintal com meus irmãos,
Sentindo uma alegria imensa no coração.
Luar da minha terra tão querida!
Por mais que eu viva e ande,
Em minha vida jamais te esquecerei,
Pois estás gravada no meu próprio coração.
"Alto Sta Catarina" perto de Guaçuí-es / um recanto encantador onde vivi toda minha adolescencia. Hoje já não existe mais porque o progresso chegou modificando toda beleza natural do lugar. ELZA MORAES GUSMAN SILVA
Que clareou muitas e muitas vezes
O lindo quintal da minha casa
Naquelas noites escuras e tenebrosas.
Muitas vezes da janela do meu quarto,
Eu olhava pra voçê oh lua!
E sabia bem no fundo do coração
Que jamais encontraria outra igual.
Hoje sinto imensa saudade,
Daquelas lindas noites enluaradas,
A brincar no quintal com meus irmãos,
Sentindo uma alegria imensa no coração.
Luar da minha terra tão querida!
Por mais que eu viva e ande,
Em minha vida jamais te esquecerei,
Pois estás gravada no meu próprio coração.
"Alto Sta Catarina" perto de Guaçuí-es / um recanto encantador onde vivi toda minha adolescencia. Hoje já não existe mais porque o progresso chegou modificando toda beleza natural do lugar. ELZA MORAES GUSMAN SILVA
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
ESPERA SILENCIOSA
Na espera silenciosa
Do fenecer neste mundo
Que chamamos Planeta Terra,
Para ir ao encontro do seu,
Sinto-me sem forças,
Para lutar
E para continuar,
Minha lenta
E penosa caminhada,
Que antes parecia
Voar como as nuvens no céu.
Entretanto,
Hoje,
O tempo parece não passar
Tamanha a sua lentidão,
No transcorrer das horas,
Dias,
Meses.
Ouço no meu interior,
Meus gritos e lamentos,
De quem já não encontra
Encanto no viver
E no sonhar.
Cada dia,
Cada noite,
Todo intervalo,
Entre a dor e a saudade,
É como um punhal
Estraçalhando meu peito.
Sinto-me trôpega,
E é por demais penoso
Cumprir minha missão
Nesta terra,
E dentro do meu EU,
Busco vestígios,
Lembranças do que passou,
Para que venha florescer em mim,
Um pouco daquela felicidade,
Mesmo que seja,
Uma mera ilusão,
Repleta de recordações.
Tenho um pressentimento,
Que um dia,
Em algum lugar,
Estaremos lado a lado novamente.
Somente esta esperança
Incentiva-me a continuar
Minha caminhada,
Para que um dia
Possa chegar até voçê,
E ser feliz outra vez.
Poesia classficada no XIX Concurso de poesias"Castro Alves" Argirita"
Elza Moraes Gusman Silva
Do fenecer neste mundo
Que chamamos Planeta Terra,
Para ir ao encontro do seu,
Sinto-me sem forças,
Para lutar
E para continuar,
Minha lenta
E penosa caminhada,
Que antes parecia
Voar como as nuvens no céu.
Entretanto,
Hoje,
O tempo parece não passar
Tamanha a sua lentidão,
No transcorrer das horas,
Dias,
Meses.
Ouço no meu interior,
Meus gritos e lamentos,
De quem já não encontra
Encanto no viver
E no sonhar.
Cada dia,
Cada noite,
Todo intervalo,
Entre a dor e a saudade,
É como um punhal
Estraçalhando meu peito.
Sinto-me trôpega,
E é por demais penoso
Cumprir minha missão
Nesta terra,
E dentro do meu EU,
Busco vestígios,
Lembranças do que passou,
Para que venha florescer em mim,
Um pouco daquela felicidade,
Mesmo que seja,
Uma mera ilusão,
Repleta de recordações.
Tenho um pressentimento,
Que um dia,
Em algum lugar,
Estaremos lado a lado novamente.
Somente esta esperança
Incentiva-me a continuar
Minha caminhada,
Para que um dia
Possa chegar até voçê,
E ser feliz outra vez.
Poesia classficada no XIX Concurso de poesias"Castro Alves" Argirita"
Elza Moraes Gusman Silva
terça-feira, 20 de setembro de 2011
FORÇA DA NATUREZA
Sentia-me completamente sozinha
Sentada à beira de um riacho,
Observando aquelas coisinhas pretas
Que um dia se tornariam grandes
Ou pequenos peixes.
Ao meu redor tudo era silêncio.
Havia muitas árvores
Nas quais os pássaros pousavam
E cantavam maviosamente.
A solidão na qual encontrava-me
Foi desaparecendo lentamente
À proporção que sentia-me
Mais unida com a Natureza.
Senti naquele momento
A presença forte
De um Ser Superior
Que pousava em meu coração
E em minha alma.
Sorri lentamente feliz.
Fiquei pensando
Que jamais poderia haver solidão
Com a Força da Natureza
Imperando ao meu redor,
Mostrando-me um mundo
No qual jamais poderia
Haver lugar
Nem para a tristeza,
Nem para a solidão,
Somente para a alegria
E para o amor maior.
Naquele momento
Agradeci àquela Força Universal,
Ao meu Deus,
Por dar-me a oportunidade
De estar diante de tanta beleza,
E saber, ter a certeza
No fundo do meu coração,
Que a felicidade,
A beleza e a paz de vida,
Está dentro de nós,
E só precisamos ter a sensibilidade
Para descobrí-la
Nas coisas mais simples da vida
Que é a Natureza,
Nossa Mãe Natureza.
Precisamos amá-la
E respeitá-la sempre.
Poesia classificada no XVI Concurso de Poesias" Casto Alves" Argirita-MG- medalha de Honra ao Mérito
ELZA MORAES GUSMAN SILVA
Sentada à beira de um riacho,
Observando aquelas coisinhas pretas
Que um dia se tornariam grandes
Ou pequenos peixes.
Ao meu redor tudo era silêncio.
Havia muitas árvores
Nas quais os pássaros pousavam
E cantavam maviosamente.
A solidão na qual encontrava-me
Foi desaparecendo lentamente
À proporção que sentia-me
Mais unida com a Natureza.
Senti naquele momento
A presença forte
De um Ser Superior
Que pousava em meu coração
E em minha alma.
Sorri lentamente feliz.
Fiquei pensando
Que jamais poderia haver solidão
Com a Força da Natureza
Imperando ao meu redor,
Mostrando-me um mundo
No qual jamais poderia
Haver lugar
Nem para a tristeza,
Nem para a solidão,
Somente para a alegria
E para o amor maior.
Naquele momento
Agradeci àquela Força Universal,
Ao meu Deus,
Por dar-me a oportunidade
De estar diante de tanta beleza,
E saber, ter a certeza
No fundo do meu coração,
Que a felicidade,
A beleza e a paz de vida,
Está dentro de nós,
E só precisamos ter a sensibilidade
Para descobrí-la
Nas coisas mais simples da vida
Que é a Natureza,
Nossa Mãe Natureza.
Precisamos amá-la
E respeitá-la sempre.
Poesia classificada no XVI Concurso de Poesias" Casto Alves" Argirita-MG- medalha de Honra ao Mérito
ELZA MORAES GUSMAN SILVA
RENASCER E MORRER
Vida que renasce
A cada momento que passa
Em nossa longa caminhada.
Morremos muitas vezes,
A cada dor que nos atinge
Mas no fundo de nossa alma,
Fica sempre a esperança,
De um novo amanhecer,
Que nos faça erguer de novo.
Oh! Meu Deus!
Se não fosse a nossa fé,
Se não fosse a nossa firmeza!
Morreríamos uma vez só
Até a morte final.
Mas a cada novo amanhecer,
Virá sempre um outro dia
E que jamais será o mesmo
Daquele que passou.
Muitas vezes morreremos,
Muitas outras renasceremos,
Cada vez com maior esperança,
Cada vez com maior fé.
( Poesia classsificada no X11 concurso de poesia " Castro Alves" em Argirita-MG ) ano 2003
ELZA MORAES GUSMAN SILVA
A cada momento que passa
Em nossa longa caminhada.
Morremos muitas vezes,
A cada dor que nos atinge
Mas no fundo de nossa alma,
Fica sempre a esperança,
De um novo amanhecer,
Que nos faça erguer de novo.
Oh! Meu Deus!
Se não fosse a nossa fé,
Se não fosse a nossa firmeza!
Morreríamos uma vez só
Até a morte final.
Mas a cada novo amanhecer,
Virá sempre um outro dia
E que jamais será o mesmo
Daquele que passou.
Muitas vezes morreremos,
Muitas outras renasceremos,
Cada vez com maior esperança,
Cada vez com maior fé.
( Poesia classsificada no X11 concurso de poesia " Castro Alves" em Argirita-MG ) ano 2003
ELZA MORAES GUSMAN SILVA
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
CHORO O TEMPO
Choro o tempo que passou
Deixando saudades dentro de mim
Profundas como as raizes
De uma árvore centenária.
E eu busco dentro da saudade
Em meu peito,
Um alento para a minha dor,
Para os meus anseios
Que me fazem sentir
Como se aminha busca
Não mais me dessem paz
E tranquilidade.
Choro o tudo
Que teria se transformado
Em nada,
Se no nada eu acreditasse.
Procuro sonhar
O sonho que não foi sonhado,
Que não foi vivido.
E nesta minha ânsia,
Nesta minha saudade
Para matar o tempo
E o que seria melhor
Para mim
É que ele me matasse
Bem depressa.
E eu choro o tempo
Mas o tempo não chora por mim.
21/07/2010 ELZA MORAES GUSMAN SILVA
Deixando saudades dentro de mim
Profundas como as raizes
De uma árvore centenária.
E eu busco dentro da saudade
Em meu peito,
Um alento para a minha dor,
Para os meus anseios
Que me fazem sentir
Como se aminha busca
Não mais me dessem paz
E tranquilidade.
Choro o tudo
Que teria se transformado
Em nada,
Se no nada eu acreditasse.
Procuro sonhar
O sonho que não foi sonhado,
Que não foi vivido.
E nesta minha ânsia,
Nesta minha saudade
Para matar o tempo
E o que seria melhor
Para mim
É que ele me matasse
Bem depressa.
E eu choro o tempo
Mas o tempo não chora por mim.
21/07/2010 ELZA MORAES GUSMAN SILVA
sábado, 17 de setembro de 2011
ENTARDECER (HOMENAGEM AOS DESABRIGADOS)
Entardece lá fora
E no meu coração também.
Os passarinhos procuram um lugar
Onde possam repousar.
Eu procuro um abrigo
Um lugar onde meu corpo
Possa descansar.
Mas só encontro, a marquise das lojas
Ou a porta de uma igreja.
É triste o entardecer,
Triste saber que não tenho um lar
Onde alguém me espera.
Saber que mais uma noite
Aproxima-se,
Triste, solitária, vazia
E sem um teto para cobrir meu corpo.
E eu sufoco no peito esta dor,
Sufoco na alma esta solidão.
Saber que sou tão só
Entre milhares de pessoas
Que dormem tranquilamente
Em seus lares.
Por isso o entardecer é triste,
Pois estou só
Em algum canto de rua.
ELZA MORAES GUSMAN SILVA
E no meu coração também.
Os passarinhos procuram um lugar
Onde possam repousar.
Eu procuro um abrigo
Um lugar onde meu corpo
Possa descansar.
Mas só encontro, a marquise das lojas
Ou a porta de uma igreja.
É triste o entardecer,
Triste saber que não tenho um lar
Onde alguém me espera.
Saber que mais uma noite
Aproxima-se,
Triste, solitária, vazia
E sem um teto para cobrir meu corpo.
E eu sufoco no peito esta dor,
Sufoco na alma esta solidão.
Saber que sou tão só
Entre milhares de pessoas
Que dormem tranquilamente
Em seus lares.
Por isso o entardecer é triste,
Pois estou só
Em algum canto de rua.
ELZA MORAES GUSMAN SILVA
IR SEMPRE
Ir sempre,
Voltar jamais.
Ter sempre em mente
Que não podemos
Voltar atrás vida
Nossos erros,
Nossos acertos,
Nossos caminhos
Mal percorridos,
Jamais poderemos
Voltar atrás.
O que passou
Jamais voltará.
Vivamos intensamente
Cada momento
Que nos é oferecido.
A vida
Nos ensina
Muita coisa:
Concertar nossos defeitos,
Conservar nossas qualidades,
E procurar diariamente
Uma maneira de ser mais feliz.
ELZA MORAES
Voltar jamais.
Ter sempre em mente
Que não podemos
Voltar atrás vida
Nossos erros,
Nossos acertos,
Nossos caminhos
Mal percorridos,
Jamais poderemos
Voltar atrás.
O que passou
Jamais voltará.
Vivamos intensamente
Cada momento
Que nos é oferecido.
A vida
Nos ensina
Muita coisa:
Concertar nossos defeitos,
Conservar nossas qualidades,
E procurar diariamente
Uma maneira de ser mais feliz.
ELZA MORAES
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
APRENDENDO A VIVER
William Shakespeare
Depois de algum tempo você aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... e aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas QUEM você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens. Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.
Postado por José Anacleto de Faria
Postado por José Anacleto de Faria
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